Cúpula do PMDB no Senado é acusada de receber R$ 864 milhões em propina

Um ano após comandar a derrubada da presidenta Dilma Roussef através de um golpe parlamentar, a cúpula do PMDB no Senado Federal, partido do presidente Michel Temer foi denunciada pela Procuradoria Geral da República ao Supremo Tribunal Federal (STF) por formação de organização criminosa. Os senadores Edison Lobão, Jader Barbalho, Renan Calheiros, José Sarney, Romero Jucá e Valdir Raupp são acusados de receberem propina de R$ 864 milhões e gerarem prejuízo de R$ 5,5 bilhões aos cofres da Petrobras e de R$ 113 milhões aos da Transpetro.

Segundo a denúncia do procurador Rodrigo Janot, a "organização criminosa" peemedebista foi constituída e estruturada em 2002, quando Lula foi eleito presidente da República e ampliou a base de sustentação política negociando apoio do PMDB e do PP.

Na denúncia, a PGR aponta que políticos do PMDB, PT e do PP atuaram de comum acordo para “dividir os cargos públicos mais relevantes, para que assim, todos pudessem de alguma forma tr asseguradas fontes de vantagens indevidas”, afirma o procurador.

“As ações ilícitas voltaram-se inicialmente para a arrecadação de recursos da Petrobras por meio de contratos firmados no âmbito da Diretoria de Abastecimento e da Diretoria Internacional, assim como da Transpetro”, empresa ligada à estatal de petróleo.

A íntegra da denúncia feita pela PGR ainda não foi divulgada, mas está relacionada com à delação premiada do ex-diretor da Transpetro, Sérgio Machado, empresa subsidiária da Petrobras.

Fontes Brasil 247

Carta Capital

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