JP ganha nesta sexta galeria de arte; o teatro responde com comédia no Lima Penante

Parece uma resposta dos deuses: ao tempo em que uma onda de intolerância fascista contra a arte e seus protagonistas, o mundo cultural de João Pessoa responde com a inauguração da Galeria Museu Arte Café, um empreendimento do publicitário Hélio Costa. E na Praça São Pedro Gonçalves, Centro Histórico, às 19:00.

A Galeria Museu Arte Café abre suas portas com o colorido vivo das obras do artista plástico Tito Lobo, a alma nordestina e brasileira da cantora Meire Lima com as canções do disco “De Avessos” e os versos declamados do poeta Gilmar Leite no lançamento do livro “Corpo e Poesia: para uma educação do sensível”, apresentado pelo crítico literário Hildeberto Barbosa Filho.

João Pessoa também será sacudida pela estreia da comédia de costumes “Um Dia serei Suzana – a História de um Cabaré”, do dramaturgo Tarcísio Pereira.

A peça volta a ser encenada duas décadas após encenações por grupos paraibanos de teatro, numa leitura e adaptação do diretor Roberto Cartaxo e faz temporada até domingo no Teatro Lima Penante, reaberto e revitalizado.

O estado pode ser de exceção, a intolerância prospera, inclusive com simpatia da mídia nativa, mas o mundo cultural em João Pessoa respira artes plásticas e teatro. E com uma comédia de costumes para escandalizar as hordas do mau humor, da intolerância, onde tem os melhores atores e atrizes, além de um texto de Tarcísio Pereira e com direção de Roberto Cartaxo que exala odores de melhor ambiente da esbórnia para contrapor o mau humor.

Da Redação

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