USP: Janaína Paschoal, musa do Golpe, fica em último lugar em concurso para professor

A jurista Janaína Paschoal, uma das redatoras do pedido de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff em 2016, foi a última colocada em um concurso que escolheu os dois novos professores titulares de direito penal da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). Uma das vagas em disputa era a de Miguel Reale Júnior, que se aposentou. Reale também era signatário do pedido de impeachment. A outra era a de Vicente Greco Filho, também já aposentado.

Janaína concorreu com Alamiro Velludo e Ana Elisa Liberatore, que ficaram com as vagas, e Mariângela Magalhães Gama. Janaína, que defendia a tese "Direito Penal e Religião - As Várias Interfaces de Dois Temas que Aparentam ser Estanques", teve notas entre 6.4 e 7.2. Alamiro, primeiro colocado, teve notas entre 9.3 e 9.6.

Relembrando alguns momentos da musa do mundo jurídico

Na imagem, a professora aparece num clima em que aparentemente surta. O cenário exibe um símbolo, que pode até representar algo do mundo jurídico, mas notadamente é Anti-Cristo – uma crua virada para baixo.

Bronca do senador Raimundo Lira

Durante uma sessão na Comissão Especial do impeachment já andava morna, Janaína se exaltou com o senador Telmário Mota (PDT-RR) depois que ele questionou se ela era advogada do procurador da República Douglas Kirchner – demitido pelo Conselho Nacional do Ministério Público em função da suspeita de agredir e torturar a esposa.

“Não quero! Não vou admitir”, gritou.

Após se exaltar, a advogada levou uma bronca do presidente da comissão, senador Raimundo Lira (PMDB-PB). “Por favor, vamos falar em um tom compatível com o ambiente em que nós estamos”, disse.

Certamente a musa do impeachment está aquém do quadro de professor titular da USP, em que ela tentou substituiu outro jurista redator do impeachment, Miguel Reale Junior, o golpe parlamentar de 2016, que destituiu Dilma e colocou no Planalto Michel Temer, o primeiro presidente da República denunciado pelo Ministério Público Federal por corrupção passiva, associação criminosa e obstrução da justiça.

Fonte: SP 247

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