Jantar com Trump celebra tríplice aliança; Brasil aceita tropas dos EUA na Amazônia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reúne na segunda-feira, 20, o presidente da Colômbia, José Manuel Santos, do Peru, Pedro Paulo Kuczynski e com Michel Temer num janta na Casa Branca. Segundo analistas internacionais, não se trata de cortesia ao presidente brasileiro, mas uma reunião de chefes de estados com a finalidade de “estreitar” relações.

Observadores, entretanto, apontam os exercícios como uma forma de “desestabilização” da Venezuela. O Brasil, inclusive, tomou a iniciativa de convidar “observadores militares” americanos para acompanhamento de exercício militar internacional envolvendo tropas colombianas, peruanas e brasileiras na fronteira com a Venezuela, em novembro próximo.

Segundo observadores, um efetivo de 800 militares norte-americanos desembarcará na Amazônia brasileira para participação nos exercícios. Será a primeira vez que tropas norte-americanas atuarão na Amazônia brasileira – e a convite do Exército do Brasil.

Por sua vez, Temer, vai à Casa Branca como primeiro chefe de estado do Brasil investigado e denunciado por corrupção passiva, organização criminosa e obstrução da justiça.

A mobilização militar internacional na fronteira com a Venezuela, segundo matérias de jornais brasileiros foi descrita pelas Forças Armadas como uma experiência inédita no Brasil. A base internacional temporária abrigará itens de logística como munição, aparato de disparos e transporte e equipamentos de comunicação, além das tropas. O Exército afirma que também convidou "observadores militares de outras nações amigas e diversas agências e órgãos governamentais".

A operação, ainda segundo fontes do Exército, é parte do AmazonLog, exercício militar criado pelo Exército brasileiro a partir de um atividade feita em 2015 pela Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) na Hungria, da qual o Brasil participou como observador.

Militares brasileiros, segundo a BBC Brasil, negaram que a atividade sirva como embrião para uma possível base multinacional na Amazônia, como aconteceu após o exercício da Otan citado como base para a atividade.

A atividade também vai simular um comando-conjunto das operações para uma base operacional internacional na Amazônia.

Em março deste ano, o comandante do Exército Sul dos Estados Unidos, major-general Clarence K. K. Chinn, foi condecorado em Brasília com a medalha da Ordem do Mérito Militar. O comandante americano visitou as instalações do Comando Militar da Amazônia, onde a atividade conjunta será realizada em novembro.

Logo em seguida, em junho, o general Sérgio Etchegoyen, chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, recebeu em seu gabinete para uma reunião, o norte-americano Duyane Normam, chefe do posto da CIA no Brasil, que segundo analistas, atuou na desestabilização do governo Dilma, entre 2013/16. A CIA, de acordo com a mídia venezuelana, também atua na coordenação de grupos oposicionistas que promovem a desestabilização do governo daquele país.

Fonte: De outros sites

Por Trás do Blog
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