Novo normal do País: STF assume que não é o que imaginávamos que fosse: Supremo

No novo normal do país, seguindo a receita para instauração do caos, o Supremo Tribunal Federal, recusou-se a ser Supremo, confirma o que o Brasil já desconfiava: não arbitra, compartilha; e declara abertamente que não possui poderes ditos plenos agora de forma explícita e que ele, o STF, só será o que diz ser, dependendo de quem comete o ilícito; logo Relativo Tribunal Federal – Lula a ele se referiu como pusilânime e o voto minerva revelou ser menos que isso.

A decisão do Supremo vai de encontro a um acordão político para que se evite o agravamento da crise com o Legislativo. O senador de Minas Gerais, um dos líderes do golpe que derrubou a presidenta Dilma; empurrou o país para o estado de crise profunda de destruição da democracia e estrangulamento da soberania, graças à parvoíce geral da Nação, aparece como beneficiado direto pela decisão dos juízes do STF. Fosse outro, o resultado seria o mesmo? Alguém acredita que o Senado afastará aquele que atende pela alcunha de “mineirinho”, segundo as denúncias de corrupção a que ele responde?.

Assistimos ministro declarar que o STF tem adotado “o direito constitucional da malandragem, que permite que a mesma norma sirva para um e para outras situações diferentes”, para mais adiante outro ministro elevar ainda mais a arrogância do Judiciário ao repetir o mantra de que “a Constituição é aquilo que o Supremo diz que é”. Isso para quem acredita ainda na vigência da Carta de 1988.

Sejamos sinceros. A sociedade criminalizou a política porque conduzida e feita por inúmeros e declarados criminosos; esta mesma sociedade politizou o Judiciário, porque assiste a maneira como notáveis da República se tornam ministros do STF; e agora o Judiciário toma partido, ao declarar que não possui poderes supremos para combater e punir crimes cometidos pela casta instalada no Congresso Nacional.

Sejamos sinceros outra vez: a decisão do STF surpreende apenas aos parvos que enxergam ou acreditam em isenção do Judiciário nos dias atuais.

A máxima “a lei é para todos” é só nome de filme, pois a lei é para todos desde que nesse todo, não estejam incluídos todos aqueles já considerados inimputáveis – a classificação é por casta, poder aquisitivo e político.

Poucos que entendem de Direito, sabem ao menos que a lei e seus representantes formam a terceira parte que arbitra contenda entre duas outras partes. O que o Supremo fez, foi abrir mão de ser a terceira parte para entregar a decisão do caso a uma das partes - o Senado versus sociedade. Ou, o Judiciário seguiu o partido.

...E vira piada nacional do tipo: de agora em diante, cabe ao PCC autorizar processo contra traficante.

Da Redação

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