Racismo e colaboração: William Waak caiu tendo como pano de fundo a Casa Branca

Em decorrência de um vídeo que circulou nas redes socais o apresentador William Waack, do Jornal da Globo, aparece fazendo comentários racistas terminou com o afastamento do jornalista da programação da emissora. As imagens do vídeo são da campanha eleitoral dos Estados Unidos em 2016.

Mas William Waack, já foi apontado como informante do governo norte-americano, segundo documentos sigilosos trazidos a público pelo site WikiLeaks, em 2011. De acordo com o texto, Waack foi indicado por membros do governo dos EUA para “sustentar posições na mídia brasileira afinadas com com o Departamento de Estado.

Os documentos divulgados pelo Wikileaks de encontros regulares de Waack com o embaixador do EUA no Brasil e com autoridades do Departamento de Estado e da Embaixada de Israel “mostram que sua atuação atende a outro comando que não aquele instalado no Jardim Botânico do Rio de Janeiro”.

Segundo o Jornal do Brasil, a jornalista Natalia Viana, responsável pela Wikileaks no Brasil, confirmou a história. Waack é citado não apenas uma, mas três vezes em reuniões com funcionários da Embaixada Americana. Dois dos documentos que o citam são considerados "confidenciais".

Consulta sobre as eleições e reportagens amigas

Um dos arquivos é sobre a visita de um porta-aviões dos Estados Unidos em maio de 2008. Na ocasião, a Embaixada Americana classificou como positiva a repercussão na mídia do evento, citando William Waack diretamente por ter ajudado a mostrar o lado positivo das relações do Brasil com os Estados Unidos em reportagens para o jornal "O Globo". Os outros dois documentos são sobre informações repassadas por Waack a representantes americanos sobre as eleições presidenciais.

A lista de colaboradores dos EUA inclui atual presidente

A relação de colaboradores brasileiros a serviço dos Estados Unidos é maior. O fundador do Wikileaks, Julian Assange, afirmou que o presidente Michel Temer teve "reuniões privadas" com o governo norte-americano para passar aos Estados Unidos informações estratégicas de inteligência sobre o Brasil.

"Michel Temer teve reuniões privadas na embaixada americana para passar a eles questões de inteligência política que não muitos tiveram acesso, discussões das dinâmicas políticas no Brasil", contou Assange.

O prestigiado âncora da TV Globo caiu tendo como pano de fundo a Casa Branca, a qual serviu como informante de acordo com o site WikiLeaks. Os responsáveis pelas imagens são o operador de VT Diego Rocha Pereira, 28; e o designer gráfico Robson Cordeiro Ramos, 29. Ambos também são produtores de uma festa de música negra na cidade de São Paulo.

Em coberturas ao vivo dos EUA, Waack(D) sempre colocou a Casa Branca como pano de fundo

Fontes

Jornal GGJ, JB

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