Lula preso, fecha-se um capítulo do Golpe e a Nação segue entre o ódio e descrédito na Democracia

Até o mundo mineral sabe que o Brasil não foi o mesmo depois de 2013. Chegamos a 2018 ainda sob os efeitos daquele momento de desestabilização do governo Dilma, que culminou com a sua derrubada e terá este longo capítulo encerrado agora com a prisão do Lula, além de uma “possível” eleição em que, pela primeira vez, a Nação estará mergulhada entre o ódio e o descrédito na democracia, que teve vida curta: apenas três décadas de duração ininterrupta.

No estágio que estamos agora, véspera de uma eventual prisão do Lula, os artífices do Golpe lançam mão do propósito de causar medo nas forças democráticas; confusas e incapacitadas de esboçarem qualquer reação ou aglutinação em torno do estado de direito; da presunção da inocência e respeito a uma Constituição, rasgada impunimente por instâncias superiores do Judiciário e et caterva.

No campo das esquerdas a unidade se esfarelou. A crise agudiza, as ilusões com o Judiciário persistem; a disputa partidária de outubro é uma sedução por ser uma porta aberta para que os partidos (todos eles) lancem mão do Fundo Partidário que os alimenta e rega individualmente os candidatos.

Encarcerados, Lula e Zé Dirceu dificilmente terão capacidade de comunicação; sem direção as forças democráticas e de esquerda seguirão à deriva, uma vez que já estão no estágio prolongado de biruta de aeroporto.

Lumpenproleteriat segue sonho da classe média disponível para formação de milícias

Os fascistas – que só recentemente vieram à luz - inevitavelmente vencerão as eleições, se antes não forem tragados pelas mesmas forças que pariram a serpente: a Rede Globo e os demais barões de mídia. Lembrando que seus quadros dirigentes são de classe média, mas o “Lumpenproletariat” que lhes dá ouvidos forma agrupamentos até em cidades do interior onde já se comportam como milícias. Jovens de origem pobre, baixa escolaridade e seduzidos pelo apelo do ódio, se iludem com o sonho da classe média, que também virou pesadelo. Não há emprego e muito menos renda.

Pra encerrar, Ainda neste script, o inquisidor-mor está entregando a batuta para outros togados. Com o “supremo com tudo”, tal como planejou o senador que atende pela alcunha de “Caju” entre os corruptores da Odebrecht. Ele, que ficou conhecido como o Savonarola nativo já pediu demissão da universidade onde lecionava e segue para os Estados Unidos, país beneficiário do estado de terra arrasada em que se transformou o Brasil, que já na Copa do Mundo na Rússia, talvez não esteja vestido com camisa da CBF, mas como a Seleção italiana nas Olimpíadas de 32.

Seleção da Itália, 1932, também foi símbolo do fascismo liderado por Benito Mussolini, que acabou enforcado

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