Da conciliação à capitulação: Lula acabou condenado e preso pelo que é; não pelo que fez ou deixou d

São inúmeros os juristas de viés democrático convencidos de que Lula nunca enfrentou nem combate uma batalha jurídica sendo tratado como inimigo político por todos os estamentos sociais conservadores, incluindo moderados e fascistas de todos os matizes. O que o levou optar pelo caminho do encarceramento ao enfrentamento político a partir do Exílio, talvez nem ele mesmo saiba o erro abissal que cometeu.

Lula optou pelo martírio a comandar do Exílio uma reação democrática; a narrativa criminal do opositores venceu

A narrativa política se esvai, diante do martelamento avassalador do discurso criminal num momento político de incertezas até de disputa eleitoral que o país está vivendo e não sairá dele, seja qual for a força política vitoriosa que resultar das urnas. As eleições de outubro não são uma porta aberta para a saída da crise, mas portão de entrada para crises maiores – o caos, talvez. Ao optar pela capitulação, o ex-presidente abriu mão da resistência a partir o Exílio. Por tabela, escancarou o caminho para repressão aos opositores políticos do regime que se instalou no País.

Pelo simples fato de que as forças esquálidas de votos, mas exageradamente poderosas no controle da informação, do Estado, dos meios de comunicação e de setores produtivos, jamais aceitarão, como não aceitaram em 2014, o resultado das urnas.

O Judiciário deixou cair completamente a máscara ao pontificar que julga casos pelo nome que está na capa do processo, nunca pelos argumentos da defesa ou mesmo do direito. Até porque, Direito nunca foi ciência, mas normas que emanam de autoridade, seja ela o rei ou títere de plantão.

Diziam que o direito emana da ponta da baioneta. Neste século, no caso do Brasil, apenas uma ou duas Twittadas colocaram o Supremo de joelhos. Esse STF é o mesmo desde o caso Olga Benário, deportada pela Corte Suprema dos Estados Unidos do Brasil (era assim que se chamava o STF), em abril de 1942, para a Alemanha; os relatos seguintes de autonomia e aplicação da justiça, são apenas firulas jurídicas.

O desenrolar dos acontecimentos demonstram o quanto são tolas as forças políticas que depositam nas Forças Armas um caráter progressista de não alinhamento com as forças conservadoras, e estas de lesa pátria diante de interesses econômicos e políticos gestados no Departamento de Estado dos EUA.

Há de se recordar que o próprio títere que ocupa o Palácio do Planalto foi e é informante do Conselho de Segurança Nacional dos EUA, segundo documentos vazados pela organização Wikileaks.

Segundo a organização, nos meses de janeiro e junho de 2006, o títere tolerado no Planalto, então presidente do PMDB enviou documentos ao Conselho de Segurança Nacional dos EUA e ao Comando do Sul, em Miami, descrevendo sua visão sobre a unidade do partido e as eleições que seriam realizadas naquele ano.

Diante do quadro, resta dar dois passos atrás ou um passo à frente, se a maioria da Nação se quedou paralisada até quando direitos básicos foram retirados?

Opinião

Imagens retiradas do arquivo do Google

Por Trás do Blog
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