Lula segue como preso político desafiando Judiciário a apresentar provas e líder nas pesquisas eleit

Prestes a completar, nesta segunda-feira, 100 dias como preso político, condição reconhecida pela Fundação Internacional de Direitos Humanos, o ex-presidente Lula continua desafiando seus algozes a apresentar uma prova contra ele. Como ela ainda não apareceu, Lula se mantém líder isolado nas pesquisas, com cerca de 35% das intenções de voto e cria um novo impasse para os golpistas, que tentam golpear mais uma vez a democracia para promover uma eleição de fachada no Brasil, sem a sua participação. Leia, a seguir, boletim da Resistência Democrática de apoio ao ex-presidente.

Foto do ex-presidente Lula curtida "sem querer" nas redes sociais até por militantes de extrema direita

Boletim da Resistência Democrática146 - Comitê em Defesa de Lula e da Democracia

ser feliz de novo. A Vigília Lula Livre está há quase 100 dias em Curitiba defendendo a justiça e a democracia no Brasil, exigindo a liberdade do melhor presidente que o Brasil já teve. Assista ao vídeo, contribua com a vaquinha da Vigília e ajude a resistência a se

manter:

2. Além dos atos que ocorreram por todo o Brasil no Dia Nacional de Luta por Lula Livre, nesta sexta-feira (13), grupos também se mobilizaram em Portugal e na Inglaterra, exigindo a liberdade do ex-presidente e condenando a atuação partidarizada de setores do Judiciário, especialmente do juiz Sérgio Moro. Em Portugal, ocorreu ato na praça Camões, em Lisboa, com a deputada portuguesa Joana Mortágua e o deputado Antônio Filipe, que defenderam a liberdade de Lula. Em Londres, o Comitê Lula Livre UK participou da passeata contra a visita do presidente norte-americano Donald Trump. Leia mais:

3. Um grupo de aproximadamente 70 artistas que defendem a liberdade de Lula, entre escritores, cartunistas e poetas, encabeçados por Ademir Assunção e Marcelino Freire, se reuniu para criar um livro intitulado "LulaLivre". O trabalho com lançamento previsto para o final de julho irá contar com nomes como Augusto de Campos, Aldir Blanc, Frei Betto, Chico Cesar, Laerte, Caco Galhardo, Carlos Rennó e Xico Sá.

4. A Vigília chegou ao seu 99º dia com atividades culturais e políticas. Pela manhã, o bom dia ao presidente Lula contou com a presença da Caravana do MST Dom Thomáz e depois foi realizada uma oficina de comunicação, luta e fotografia com o coletivo Mídia Ninja. Pela tarde foi realizada uma roda de conversa sobre "O Ataque aos Direitos Sociais", com Lúcia Côrtes da Costa, professora da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).

Militantes de direita festejam a prisão de Lula em bordel em noite "boca livre"

Judiciário perde o pudor e faz strip-tease institucional, avalia mídia

A decisão de manter o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como preso político, para que ele não dispute e vença com facilidade as eleições presidenciais de 2018, fez com que o Poder Judiciário, que assumiu o poder na forma de ditadura implantada no Brasil, perdesse de vez o pudor. Rasgaram-se todas as fantasias. No último domingo, no pleno exercício de seus direitos, o desembargador Rogério Favreto atendeu a um pedido de habeas corpus em benefício do ex-presidente Lula. Favreto avaliou que, mantido preso, Lula sofreria um dano irreparável, uma vez que permaneceria impedido de participar de debates políticos na corrida eleitoral.

O que ocorreu desde então foi um verdadeiro striptease institucional. O juiz Sergio Moro interrompeu suas férias, alegando ter sido citado no despacho de Favreto, e decidiu suspender a decisão de um juiz hierarquicamente superior. De acordo com mais de uma centena de juristas, que protocolaram uma reclamação contra Moro no Conselho Nacional de Justiça, Moro não tinha poderes nem competência para atuar no caso. Em seguida, o desembargador João Pedro Gebran, do TRF-4, também interrompeu suas férias, avocando para o si o caso. Finalizando o roteiro, o presidente da corte, Carlos Eduardo Thompson Flores, cassou a decisão de Favreto, alegando que havia um "conflito de competência" – que todos sabem ser inexistente.

A agressão continuada aos direitos do ex-presidente Lula não parou por aí. No Superior Tribunal de Justiça, a ministra Laurita Vaz cassou o pedido de habeas corpus e vários pedidos apresentados por cidadãos comuns. Mais do que isso, ela também questionou os poderes de Favreto para decidir num plantão judicial – esquecendo-se de que ela própria, também num domingo, havia concedido ao médico-estuprador Roger Abdelmassih o direito à prisão domiciliar. Na sequência, a juíza de execução Carolina Lebbos silenciou a voz de Lula, impedindo-o de conceder entrevistas, alegando que ele é "inelegível" – quando quem se manifesta sobre questões do gênero é o Tribunal Superior Eleitoral.

Fonte Brasil 247

Boletim de Resistência Democrática

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