Arquitetura da Destruição em curso no Brasil é exitosa; não tem preço assistir Intercept desmascarar

Desmascaramento das instituições prossegue: Lula não foi libertado, por outro lado, o ex-juiz segue do banco dos réus. O STF adiou decisão sobre seu papel como magistrado se imparcial e partidário. Vai chegar à conclusão que todos já desconfiávamos? Fator chave: o The Intercept e se seu jornalista controlam a narrativa da crise atual.

O jornalista Glenn Greenwald deixa claro que seu alvo é o ex-juiz e a lava jato, que ainda tem munição para mais revelações, prometeu não revelar conversas particulares, mas garantiu que as baixarias dos procuradores e seus auxiliares serão expostas, desde à comemoração da prisão do ex-presidente... E os poderosos do momento não podem impedi-lo. Nada do que revelou até agora surpreende, repito, quem acompanha e sabe como funcionam o Legislativo, o Judiciário.

Imagem retirada de sites brasileiros

O desmascaramento completo das instituições está em curso. Isso é ruim ou positivo? E se é para passar o Brasil a limpo, então lava tudo. Ou não?

A Arquitetura da Destruição (termo retirado aqui da obra do sueco Peter Chohen, 1989) planejada apenas – suponho - para o saque das riquezas do país, sucateamento da sua infraestrutura, arrasta a credibilidade das instituições, diante de uma Nação que começou a experimentar do próprio veneno: o ódio untado com ressentimento secular.

Tudo no STF é ensaiado. É escorregadio, cedendo às pressões: dos militares, da famíglia Marinho dona das Organizações Globo, e tudo o mais.

É fato que parte da mídia nativa desembarcou do navio que está fazendo água. Conferiu a autenticidade do arquivo vazado, firmaram parceria com The Intercept com a finalidade de manter o pouco que resta de credibilidade e isenção jornalística.

O ex-juiz está sendo jogado ao mar. Ainda tem imenso apoio popular, por conta do anti-lulismo que ele representa para parcela da classe média; agora depende do Messias a quem ele supostamente favoreceu para vencer as eleições.

Ex-presidente Lula segue encarcerado, tribunais seguem ritos tidos como protelatórios; credibilidade em jogo

A blindagem em torno do Fabrício Queiroz e o senador carioca do clã familiar que está no poder uma hora se desfaz.

Jamais, especialistas políticos ou cartomantes, prognosticariam que o Brasil seria governado pelas milícias do Rio de Janeiro.

Que generais, até então acreditados como nacionalistas e a elite da Nação, chegassem ao ponto que chegaram: avalizar a destruição da soberania do país, sucateamento da infraestrutura e venda do patrimônio nacional em nome de um ódio bizarro a um ex-presidente, aliás, o melhor que o país já conheceu e que esboçou um projeto de Defesa e soberania sem a tutela dos EUA.

O exército segue uma posição incógnita. Ninguém pode afirmar onde começa ou termina sua identificação com o tenente Messias e os milicianos. Agora mesmo excluiu de promoção para a elite de generais de 4 estrelas, um general da ativa convocado para ser ministro. São 16 no Alto Comando, quem vai é um general que foi chefe do gabinete militar de Dilma, para sinalizar que o exército fornece quadros para o estado, e não para governos.

Dia após dia as explicações para fatos além de bizarros, criminosos, estão ficando pueris. Desde o assassinato de um civil no Rio de Janeiro com mais de 200 disparos de fuzis, ao caso do uso de aviões da FAB para o tráfico de drogas. Neste caso, choca o fato de o traficante integrar força de elite para transporte de mandatários do país, mas o que todos não querem enxergar é que o tráfico também está no poder.

Arte da Destruição, filme sueco, traduz a Arquitetura da Destruição: Berlim planejada pelo nazista Alberto Speer

No mais, o tal ministro Guedes ninguém sabe a que veio. Sabe-se, apenas, que não tem um plano par recuperação da economia. Age como um comandante militar que, ao desembarcar no território do inimigo, ordena queimar os navios para que seus solados não voltem ou fujam da guerra. Sua meta é a destruição do país – e está conseguindo.

Antes que me esqueça; não tem preço assistir o tenente Messias fazendo “arminha” numa concentração gigantesca de cristãos. Simplesmente “andando e cagando” para os dogmas dos cristãos evangélicos.

Marcha para Jesus; símbolo de violência em substituição aos dogmas cristãos pregados por evangélicos

Da redação

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