Aha Uhu! Até o New York Times sabe que os cruzados anticorrupção estão sujíssimos

Aha, Uhu, O Fachin é nosso! Mas o que teria dito um ministro do Supremo Tribunal Federal a um procurador da “República de Curitiba” para ser considerado um dos seus?

“In Fux we Trust”! que gesto teria feito o ministro do STF à mesma “República de Curitiba” para ser merecedor de confiança, a despeito dos demais integrantes da considerada “Suprema Corte” brasileira?

“Para onde fugir quando até os guerreiros anticorrupção estão sujos?”, pergunta o jornal conservador New York Times sobre os paladinos da moralidade e cruzados da campanha anticorrupção no Brasil, para ele mesmo - jornal – responder que “a operação deveria derrubar a cultura da corrupção no Brasil, mas em vez disso, a trouxe para o coração do Estado”.

Imagem de reprodução para ilustração: Cruzadas

O Brasil e os brasileiros fingem desconhecer. Mas o tempo passa, e a estratégia adotada pelas forças que sustentam o ex-juiz como atual ministro da Justiça, é de transparecer normalidade e que rapidamente a chamada “opinião pública” muito bem manipulada pela família Marinho esquecerá tudo. Mas – eis o problema, tudo que é dito antes do mas, não tem relevância – pois o jornalista Glenn Greenwald, jornalista e co-fundador do The Intercept, tem como estratégia métodos conhecidos da tortura chinesa, que é arquitetar um suplício refinado por uma longa duração, o mesmo que “deixar, por horas, uma gota d’água pingando na testa de alguém”.

Jornalistas posam para imagem em comemoração à prisão do ex-presidente Lula; mídia compactua com ódio

O The Intercep não faz propaganda e mostra aquilo que a mídia nativa deixou de fazer embalada pelo meia verdade da notícia : jornalismo. Quando da prisão do ex-presidente Lula, tal qual os cruzados-procuradores, jornalistas confraternizaram e a ainda esboçam júblico pela prisão do seu inimigo número Um. O arquivo em poder do Glenn e agora compartilhado por dezenas de jornalistas investigativos, dizem que soma 1 milhão de mensagens em mais de 30 mil páginas, e se isso não for o bastante para desmascarar a farsa judicial da Lava Jato, de quebra colocar em xeque a seriedade e imparcialidade do judiciário brasileiro, explicitamente a Nação passará recibo ao mundo, que não tem caráter, nem vergonha.

E talvez seja isso mesmo.

Mesmos métodos dos cruzados anticorrupção de Curitiba podem estar sendo usados na Paraíba, alerta jornalista

Um aparte - De repente, outro jornalista, desta feita o paraibano Walter Santos, chama a atenção no seu portal de notícias para a possibilidade dos métodos utilizados pela “República de Curitiba” estejam em voga na Paraíba, ao tempo em que avisa às vivandeiras dos justiçamentos, que corrupção é crime, investigado pela polícia; denunciado pelo Ministério Público e que cabe à justiça condenar ou absolver os acusados de corrupção. Certamente com “isenção”, e não em base de “convicções” à moda do cruzado autor do Paw Point – pois começou ali, o primeiro passo para os desmascaramento da justiça partidária.

Por outro lado, a tal normalidade sonhada pelas forças que despertaram o ódio de classe adormecido na sociedade brasileiro, talvez não se restabeleça nem tão cedo, antes ou depois do sangue jorrar na calçada.Claramente já vivemos a aurora de um estado policial, verticalizado em todos as instâncias do próprio estado com forte apoio religiosos cristão, pois a base do fascismo no Brasil transcende as forças armadas, que os ingênuos imaginavam nacionalistas e soberanas, para fincar seus tentáculos em cada bairro, em cada rincão rural onde atue um fariseu evangélico no controle das famílias e dos meios de comunicação e propaganda.

Poder político das igrejas evangélicas transformou-se num tentáculo de sustentação da extrema-direita no país

Opinião

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