Governos dos EUA e Reino Unido recomendam que seus cidadãos deixem o Brasil; país segue sem comando

Os governos dos Estados Unidos e Reino Unido recomendaram, recentemente, que seus cidadãos deixem o Brasil. Alegaram redução de voos por parte da empresas aéreas e a pandemia. O que eles sabem sobre o que está em curso no Brasil? Ou o que mais eles sabem se, também em seus países, o Covid-19 também tem sido implacável? E qual é o nome do cidadão e profeta haitiano que encarou o Presidente da República do Brasil e disse, cara-a-cara, que ele acabou?

Sua profecia vai se concretizar, não sem antes seja instalado o “pandemônio louco”. Assistimos a uma luta inicial pelo controle da narrativa sobre a crise sanitária e econômica.

Imagem ilustrativa. Caixões se tornaram fotos emblemáticas da situação mundial

Sem governança, vimos governadores delegando ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, poderes de Presidente. Líderes do Judiciário e do Parlamento se articulam mediante o caos (com proposta de anistia aos filhos do Messias, sem que estes tenham sido sequer condenados e presos – o que ainda ocorrerá), enquanto o próprio Inquilino do Palácio do Planalto parte para o tudo ou nada, levando adiante o que nunca escondeu da Nação: seus despreparo e desejo de pôr fim ao regime democrático.

A História ensina que nações precisam de liderança, alguém ou um conjunto de homens e mulheres que conduzam o povo no enfrentamento de crises sanitárias e guerras externas. Esta assertiva não se aplica ao Brasil, hoje comandado por um chefe de facção e não de uma nação tão multirracial como a nossa.

País vai enfrentar seu completo desmoronamento econômico e social nos próximos meses

Desmoronamento será real se seus cidadãos não procederem com sabedoria, moderação e coragem. Coragem para defenestrar do comando do País seu mandatário, que tem sido nada além de figura bizarra e que não agrega o País diante das incertezas causadas pela epidemia.

As autoridades sanitárias são unânimes no grau de letalidade do coronavírus, e têm meios e recursos para seu enfrentamento, para adoção de mudanças diárias de estratégias de enfrentamento.

Os governadores dos estados, inicialmente, aparentam condições de liderança e governança.

Aparentam, apenas. Essa insegurança ocorre por falta de uma coordenação nacional, com pensamento único, deixando de lado questões políticas. Ex-aliados do governante e opositores, buscam credenciamento político para quando tudo desmoronar.

Eles precisam, os governadores e prefeitos, de capacidade e recursos pelo o tempo que for necessário para erradicação do vírus.

E a economia?

A fórmula neoliberal, àquela que defende o “estado mínimo”, que os banqueiros e especuladores da Bolsa de Valores não está sendo levada a sério nem nos Estados Unidos para o enfrentamento da crise mundial.

E num cenário de completa ausência de luta de classes, uma vez que não há sinais de vida em sindicatos e partidos que os defendam, assistimos carreatas pelo fim do isolamento horizontal da sociedade realizadas por empresários que perdem mais dinheiro em aplicações do que em produtividade.

Caminhões do exército italiano transportam caixões recolhidos em funerárias da região afetada por coronavírus

Exemplos internacionais divergentes são visíveis: pelo resto do mundo vimos as capacidades dos governos em apoiar populações vulneráveis e, simultaneamente, as empresas. Claro, a economia não pode parar – é fato. A sabedoria está na habilidade de salvar as pessoas e empresas.

Tem a quarentena, o isolamento social, como problemas reais. De início, sabe-se que um isolamento social radical estende a vigência da epidemia, mas quanto mais eficiente sejam os serviços sanitários e hospitalares teremos a solução da crise, afirmam especialistas em saúde

Uma quarentena vertical, afirmam alguns outros, manterá a economia de pé, mas com o efeito colateral de um maior número de vítimas. Alguns acham e propagam que “o número de mortos, qualquer número, é aceitável desde que se mantenha o comércio e a indústria a todo vapor”. Como se não fossem os trabalhadores com saúde que mantém a economia funcionando.

Se houvesse um governo confiável; uma liderança lúcida, capaz, a Nação teria menos dúvida e maior confiança. Não é o caso.

“Ave! César, Aqueles que vão morrer te saúdam”. A frase dita pelos gladiadores no Coliseu, em Roma, segue atual

Imagens extraídas. Campo Grande news

O Globo

RP 10

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