Covid-19: após pandemia, analistas apontam para cenário de convulsões sociais e guerras

O que resta de sensatez no mundo mergulhado no “pandemônio Louco” do Covid-19 recomenda “seguir prescrições de médicos e cientistas; não crenças”. Em outros continentes, dirigentes políticos se enquadraram na primeira regra, enquanto no Brasil há uma disputa feroz pelo controle dessa narrativa, governado por um regime com tendências a seguir crenças, em função da forte influência do fundamentalismo evangélico e militar no controle do País, ainda que isso representa uma desgraça trágica.

Um terço da Nação abraça a crença como meio de enfrentamento à pandemia que já ceifou a vida de centenas e brasileiros. Atestando que os conservadores, a extrema-direita e e os protestantes evangélicos encontraram no presidente que atualmente governa o País seu guia. Algo como o Bolsonarismo social e político antecede a Bolsonaro.

Imagem reproduzida do jornal FSP e Uol

Analistas internacionais, dos mais variados veículos de mídia, fazem prospecções sobre o futuro de forma muito pessimista, pra não dizer sombria. Pós-pandemia, a humanidade enfrentará a possibilidade de conflagração de grandes conflitos internacionais, pondo pausa em quase 80 anos de relativa paz.

Cenário de convulsão social se desenha, mesmo com tímidas políticas de socorro às empresas e desempregados

Internamente, o cenário que se desenha em alguns países, inclusive no Brasil, é de convulsão social, porque teremos, além dos efeitos do Covid-19 e outras epidemias, um período de recessão econômica brutal, aumento do desemprego sobre o patamar de desempregados já existentes – a miséria urbana com outra face: o saque famélico, apesar das tímidas políticas de socorro financeiro à empresas e milhões de famílias sem fontes de renda.

Jornais e revistas mundo afora apontam para o inevitável desastre brasileiro. “Jair Bolsonaro apresenta sinais de insanidade mental”, diz a revista britânica The Economist, em reportagem publicada neste fim de semana.

"Bolsonaro associou a retórica desafiadora à sabotagem ativa da saúde pública", acrescenta; Os governadores dos estados mais importantes do Brasil foram adiante e impuseram bloqueios usando seus próprios poderes. “Bolsonaro incentivou os brasileiros a ignorá-los. Um homem que teme a traição e tem uma necessidade perpétua de provocar, ele foi recebido com abraços e selfies em apoio a uma manifestação sua contra o Congresso em 15 de março", lembrou ainda a Economist.

No cenário de política externa, os Estados Unidos vão enfrentar o quadro de agravamento da sua perda de liderança e confiabilidade como potência Ocidental.

EUA pratica pirataria ao tempo em que epidemia mina seu poder naval

O País avaro, antes disposto a levar a guerra a qualquer país ou região por saque de riquezas naturais, especialmente petróleo; se vê praticando pirataria, confiscando remédios, insumos e equipamentos médicos destinados a outros países, inclusive aliados, para atender sua demanda interna; ao tempo em que mantém crimino bloqueio a outras nações.

O Covid-19 mina sorrateiramente o poderio bélico norte-americano. Pelo menos quatro avançados navios de guerra dos EUA já relataram casos da COVID-19. Um navio ancorado em Guam, que recentemente visitou o mar do Sul da China, o USS Theodore Roosevelt (porta-aviões), registrou cerca de 416 casos até a semana passada, informa o site Sputnik brasil. A Marinha afirma estar esperando resultados de mais de mil testes.

Fontes e imagens: Brasil 247

Sputnik brasil

sites UOL e Veja

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