Além de pautas caras, teatro Santa Roza dá sinais de mofo e descaso

João Costa


Atores e atrizes, coreógrafos, diretores e bailarinos em suas redes sociais estão compartilhando imagens do interior do Teatro Santa Roza, que dá sinais de mofo.


Imagem da boca de cena do teatro Santa Roza, feita esta semana. Mofo se espalha na parte de cima


O mofo, que há meses era incipiente, agora é visível acima do palco, sem que haja uma tomada de providências.

Os artistas recordam que o governo Ricardo Coutinho manteve o teatro fechado durante cinco anos sob a alegação de uma reforma, considerada por muitos como “meia boca”.


Também relembram que desde esse período o teatro ficou inacessível para grupos não profissionais. Permanece na administração atual, com pautas caríssimas.


Aliás, todos os teatros do estado adotam a mesma política de pautas proibitivas, a exemplo não só do Santa Roza, como o Santa Catarina, em Cabedelo; Íracles Pires, em Cajazeiras.


O Santa Roza, desde o governo Burity, passou a integrar o patrimônio da Fundação José Lins do Rego, um vínculo burocrático que sempre representou entrave para a manutenção e administração do teatro.