Arte e criações de Sérgio Dias: espontaneidade e inquietações em pinturas e invenções


Antônio Sérgio Dias pode ser definido como multimídia, antes de tudo é músico, também autodidata porque tem incursão no mundo das invenções, profissionalmente é formado em Gestão Ambiental pelo UNIPÊ, mas suas incursões pela pintura o torna uma das melhores expressões por conta da sua arte espontânea, bem ao figurino da art naif – ele não segue regras, nem abordagem ou proporcionalidade.


Sérgio Dias: a música como uma de suas habilidades com artesão e artista plástico


Por conta desse viés da sua formação como gestor ambiental, é um aventureiro que lança tudo – aventuras no mar aberto, rios e matas - na plataforma do You Tube.


Para os incrédulos, costumo dizer: você quer um drone? O Sérgio faz um pra você. Quer ter uma bicicleta estilo retrô anos 20 ou mesmo um troller para dar um rolê sobre trilhos? Procura o Sérgio Dias.

Mas é sua pintura que desperta a atenção. Seus quadros capturam da paisagem rural uma visão infantil ao traçar caminhos, cerca e vegetação. Ele revela que não usa pincéis – diz que está tentando domá-los. Esse foco na natureza desperta inquietação porque provocativo com cores fortes ou na ausência delas.


Por não se conter em regras ou se ater a proporcionalidades, seu trabalho é como um diamante a ser lapidado, assim é a art naif, assim são os artesãos e inventores. As imagens da matéria fazem parte do acervo do estúdio do autor da matéria. A seguir uma papo pingue-pongue com o artista.


Você é aventureiro, inventor, youtuber, publicitário, artistas plástico. Isso resulta de suas inquietações; Para pintar seus quadros a qual técnica você recorre e por quê?


- Recorro as habilidades manuais que tenho e visão de quando criança da natureza - (caatinga)




O desenho da imagem vem antes e sobre ele você pinta, ou o imaginário já traça o painel todo?


Meu imaginário vai traçando o que quero expressar.


A habilidade vem da repetição. Mas isso um momento muda. Por que paisagens são recorrentes na sua pintura, e os materiais usados?


Minha pintura vem das minhas imagens quando criança, morava na capital e meu pai me levava para passar temporadas no interior, no sítio da família, sempre queria estar no mato de pé, no chão e em contato com a vida campesina.



Suas inquietações levam também à música. Ou a musicalidade vem antes?


A música veio antes, em 1970, existia uma república de estudantes vizinha a minha casa onde existia um grupo

de músicos e foi aí que comecei a praticar e foi aí que veio também a parte da tecnologia.


Replicar invenções, como isso surgiu e quais as suas inovações recentes?


Se deu quando estudava na Escola Polivalente Presidente Médice, em 1974, quando frequentava a

biblioteca da escola, encontrei um livrinho de eletrônica; foi aí onde tudo começou na parte tecnológica.

A rabeca concebida de forma artesanal por Sérgio Dias


Percorrer matas, serras e navegar, o que explica esse toque aventureiro?


Desde criança gostava de correr atrás do gado e de inventar instrumentos de caçar e fazer armadilhas que

quase toda criança gosta, só que eu pensava rápido para resolver tudo as minhas necessidades.


Esta é a pintura natural, feita com dedos e não com pincéis do artista que também é músico e inventor, que pode ser melhor vista e compreendida através de suas redes sociais: Canal no YouTube : Sérgio Diasjp, Instagram : Sérgio Diasjp e Facebook : Sérgio Dias Dias.


Por Trás do Blog
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