Cangaço: tema atrai cada vez mais pesquisadores e influenciadores nas redes sociais

Canais sobre o Cangaço no YouTube são muitos, e com enorme audiência; o mesmo acontece no Facebook, e grupos de whatsApp. O que leva um período de violência e injustiças atrair tantos pesquisadores e admiradores?


Imagem: foto-montagem feita por Fininho. Maria Bonita em frente a casa onde morou


Sabe-se que Virgulino Ferreira da Silva, Lampião é o personagem brasileiro mais pesquisado em todos os tempos. São mais de mil publicações, entre livros, jornais, teses de Mestrado e TCCs nas academias.


Lampião e seu bando e os subgrupos, entre 1936/37, foram fotografados e filmados pelo sírio -libanês Benjamim Abraão Botto. Tal película e negativos foram apreendidos pela censura do Estado Novo, e do filme propriamente dito, restaram 15 minutos. Mas todo material fotográfico do libanês foi preservado. De tal modos, essas fotografias são as mais replicadas, trabalhadas e atualizadas de todo o período da Ditadura Vargas.


Cristino Gomes, Corisco, posa para fotos no Raso da Catarina, Bahia, em 1937


Mesmo após dezenas de filmes em longa metragem sobre o cangaço disponíveis, mais filmes e documentários sobre o cangaço são produzidos. Biografias de cangaceiros ou cangaceiras, coronéis e coiteiros, surgem a cada semana e sinaliza que o tema é inesgotável.


Cangaceiras do bando de Lampião em pose para fotos e reportagem para o Diário de Pernambuco

Benjamim Abraão(E), Maria Bonita e Virgulino Ferreira. Foto supostamente feita por um dos cangaceiros

Benjamim Abraão, ex-secretário particular do padre Cícero, aventureiro e fotógrafo de Lampíão


As fotos que ilustram a matéria são as feitas por Benjamim Abraão, no Raso da Catarina(BA). Ele também foi ex-secretário particular de Padre Cícero Romão e repórter-correspondente do Diário de Pernambuco.

Por Trás do Blog
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