Escritora Nadja Claudino prepara segunda edição de “Maria Bonita – Entre o Punhal e o Afeto”

Por João Costa


A escritora Nadja Claudino estreou na literatura com “Maria Bonita – Entre o Punhal e o Afeto”, fruto da sua pesquisa para a dissertação de Mestrado em História pela Universidade Federal da Paraíba, em 2017, com o título “As escritas de uma vida: discursos sobre a cangaceira Maria Bonita (1930/1938)”.


Nadja Claudino é historiadora com pesquisa focada no universo feminino do cangaço lampiônico


O livro já esgotou a sua primeira edição, menos de 2 anos de sua publicação porque virou referência para os estudiosos e o pujante publico leitor do fenômeno cangaço. Fato que leva a historiadora cajazeirense iniciar o processo de coleta de dados para uma segunda edição – que será ampliada – agregando narrativas sobre Maria Bonita, desconhecidas pelo grande público.


Segundo o jornalista e editor, Linaldo Guedes, a escritora Nadja Claudino, na primeira edição de “Maria Bonita – Entre o Punhal e o Afeto”, atuou como uma “ombudsmam do noticiário em jornais e da poesia de folhetos do cordel sobre a trajetória de Maria Bonita, desde quando era apenas Maria de Dona Déa, antes de se tornar a Rainha do Cangaço”.



“Uma obra necessária”, acrescenta Linaldo Guedes para que o leitor possa compreender e refletir sobre os “exageros da mídia e até da literatura em torno de nomes emblemáticos, como o de Maria Bonita”.


A segunda edição deverá trazer um enfoque feminino sobre Maria de Déa e outras mulheres do cangaço, exatamente pela visão de outras mulheres escritoras e pesquisadoras do fenômeno Cangaço.


O blog apresenta a seguir um vídeo em que a autora fala do seu trabalho de pesquisa sobre o fenômeno do cangaço, preparado para o programa meiaduziadetresouquatropb (Facebook e YouTube apresentado de segunda à sexta das 12:30 às 14:00).