Guerra na Europa: como o mundo ocidental vai perder essa para a Euroásia emergente

Por João Costa


A questão vai muito mais além dessa calculada guerra na Europa em que assistimos eslavos matando eslavos e não anglo-saxões matando árabes ou africanos, admitindo que o mundo anglo-saxão provocou este conflito, se beneficia com ele e arrasta o resto dos povos para a arquibancada que, bombardeada pela propaganda, assimila o conflito como uma luta entre o bem e o mal.


Victoria Nuland, admitindo no Congresso dos EUA a produção de armas químicas na Ucrânia


Não custa lembrar que os anglo-saxões do Reino Unido, vassalos dos EUA, sua ex-colônia, consideram os eslavos como os “negros da neve”, e por isso mesmo devem ser exterminados como os negros do Congo, dos próprios Estados Unidos, o mesmo valendo para asiáticos ou árabes.


A compaixão para com famílias ucranianas fugindo da guerra é comovente de dramatizada pela TV Globo, CNN e outras. Hipocrisia que chamam, né?


Esse sentimento acolhedor para com refugiados, a demonização do Wladimir Putin; a exaltação desse Zelenski com herói da humanidade, o noticiário à base de fake News são nuances de uma guerra que se pretendia relâmpago por parte da Rússia, mas que se mostra caminhar para um impasse.


Militarmente a Rússia, como potência militar superior até aos EUA, encontra dificuldade em dominar a Ucrânia militarmente mais fraca, mas com dirigentes criminosos o bastante a ponto de impedir a saída do país de homens com menos de 60 anos, tornando os civis em combatentes, abrindo espaço para ataques da Rússia indiscriminados, exatamente que o Putin tem evitado.


Se a estrutura militar da Ucrânia despareceu, qual a explicação para a continuidade do conflito?


Simples. Não cabe aos ucranianos nem ao governo desse extremista de direita, cercado de nazistas o poder de decisão. Os EUA e a União Europeia impedem qualquer aceno de paz, pois a guerra é do interesse do Partido Democrata dos EUA.

A mídia não revela, mas a União Europeia é subordinada a OTAN e quem comanda essa aliança militar são os norte-americanos, daí em função da ausência de soberania da Alemanha, Itália e relativamente da França, assistimos a incapacidade até para intermediarem as conversações.


Ucrânia vence a guerra no Tic-Toc e redes sociais, nas TVs refugiados eslavos despertam a compaixão do tal Ocidente, certamente por serem europeus e brancos.


As sanções, ao contrário do que dizem os comentaristas, incorporam um efeito bumerangue que vai destruir, além da economia russa, a de muitos outros países que sequer podem se manifestar, a não ser corroborar com o Departamento de Estado.


O mundo dito ocidental vai sair dessa, talvez.


E se sair, o cenário será outro. A Europa deixará de ser o eixo cultural, tornar-se-á um apêndice da Ásia; Os EUA terão seu declínio acelerado, a China ocupando o seu lugar na governança mundial.


Pra finalizar uma questão.


A funcionária do Departamento de Estado Vitória Nuland, reconheceu que os EUA e a Ucrânia desenvolvem armas químicas naquele país. Trump e os governantes do Brasil propagaram, em 2020, que a origem da Covid-19 era a China.

Agora a China quer saber o que os norte-americanos e ucranianos faziam nesses laboratórios, com capacidade de produção de muitos patógenos.


Tais laboratórios ucranianos com capacidade de produção de coronavirus, malária etc.