Ocidente torna o nazismo grande de novo; fim do dólar e a 3a Guerra Mundial já começou


João Costa

No futuro – se é que a humanidade terá um após fevereiro de 2022 - historiadores vão discordar sobre qual evento marcou o início do século 21.


Brasileiros, descendentes de índios e negros, em manifestação de extrema direita com bandeiras da Ucrânia


O 11 de Setembro?

A pandemia do Covid-19?

A guerra civil nos leste europeu entre Russos e ucranianos?


Mas serão unânimes na afirmação que a guerra civil entre as duas nações eslavas, que os europeus chamam de “negros da neve”, tal o ódio e rancor dos anglo-saxões, deslanchou a temida 3ª Guerra Mundial, da qual não haverá vencedores.


Pepe Escobar, o mais abalizado analista de geopolítica afirmou o seguinte:


"O fato mais importante para economia global foi a Rússia deixar de aceitar moedas de países hostis. Isso representa o fim do dólar como moeda global e do petrodólar".


Ele também afirmou que está surgindo uma moeda baseada em commodities, em riqueza palpável, que é o ponto forte da economia russa. Segundo ele, o mundo estará dividido em dois sistemas políticos e numa cortina de ferro geoeconômica. "Estamos assistindo à fragmentação da globalização e à desdolarização acelerada da economia global", apontou.


Para recuperar o dólar como lastro da sua moeda, os EUA estão dispostos a suspenderem sanções contra o Irão, a Venezuela e outros países. Aliás, os EUA não têm diplomacia, conversa na base de sanções e acordos assinados por eles assinados vale tanto quanto uma nota de três reais.


A Arábia Saudita, que em 1971 adotou o dólar como lastro do Petróleo, semana que passou aceitou vender petróleo para a China em Yuan; o Irão, Paquistão, Índia e toda a Eurásia já descartaram o dólar como lastro - some aí as populações da Índia, China, Irão, Paquistão e o resto da Eurásia. O que isso significa?


Manter o dólar não é seguro. Nunca foi. A Inglaterra e os Estados Unidos podem confiscar (eufemismo de roubar) reservas em dólares de qualquer país e cidadãos.


E pensar que o Brasil tem 300 bi de reservas em dólar em bancos americanos e suíços.

A guerra desencadeou um paradoxo: por um lado emponderou o neonazismo visceral na Ucrânia, ativo desde a Segunda Guerra Mundial; agora simpático ao tal Ocidente, ao mesmo tempo que fez recrudescer em parte da Europa e nos demais países sob sua influência e dos EUA, uma russofobia feroz e demente, inclusive com apoio massivo da mídia.


Imaginem vocês a reação de maestros de orquestras sinfônicas mundo a fora, proibidos de tocar músicas de Pyotr Tchaikovsky; professores de Literatura proibindo análise de “Guerra e Paz, Liev Tolstói. Ou mais rasteiro ainda.

E se o Balé Bolshoi fechar sua escola no Brasil, onde até alunos de escolas públicas de João Pessoa aprendem a dançar?


Ao final, e ainda não por fim de tudo, garotos dos anos 60, que amavam os Beatles e Rolling Stones, adeptos do “sexo, Drogas e Rock rooll”, assistem agora, neste ano de 2022, já setentões, se vivos conseguiram escapar da Covid-19, a popularização e enraizamento de um nazismo pentecostal nos países que gravitam em torno do tal Ocidente Cristão Católico.


Os Estados Unidos e a própria Alemanha tornaram o nazismo grande de novo.


Esse neonazismopentecostal testemunhei o seu nascimento aqui em João Pessoa, acho que em 2004, quando acompanhei como repórter, uma “Marcha Para Jesus”, que saiu da Praça da Independência até o Busto de Tamandaré.


Brasileiros de fé evangélica com bandeiras de Israel; qual pátria defendem?


Ao descer do carro de reportagem do WSCOM, onde trabalhei, me deparei com uma enorme bandeira do estado de Israel.


Depois da tal marcha, saindo da redação migrei para um bar na Rua da Areia para encher a cara de uísque barato e repassar aquele filme que havia assistido a tarde inteira.


Tinha assistido ao nascimento, em João Pessoa, o surgimento do Si-nazismo, um arremedo de teologia judaico-cristão, envolvendo o pior do Judaísmo, que é o sionismo associado ao nazismo, que no Brasil de hoje é muito forte no Sul entre judeus e no resto do País entre igrejas evangélicas.


Basta assistir um culto de qualquer igreja pentecostal, em João Pessoa, e você vai conferir lá a exaltação do estado judeu e com sua bandeira com a estrela de Davi ou de Salomão no púlpito.


Já vi isso.