Orquídeas Vermelhas para Casal, o mergulho de JB como diretor no teatro paraibano

“Orquídeas Vermelhas para Casal”, texto de João Costa e com direção de João Batista, estreou e fez temporada no Teatro Lima Penante, em novembro de 2008, tendo no elenco Kamila Oliveira, Elisson Feliciano, Andréia Monteiro, que algum tempo depois tornou-se uma das melhores bailarinas da Dança do Ventre e Elba Góis, no papel de Tia Rute. Iluminação de Nilson Silva e Alberto Gomes como contraregra.


Imagem: Elba Góis(primeiro plano) Kamila Oliveira e Elisson Feliciano em cena de Orquídeas


Numa analogia com o futebol podemos afirmar que João Batista atua em todas as posições, vivencia o teatro com a intensidade da atriz Nautília Mendonça (já falecida), que o criou. Por dominar a carpintaria teatral desde a combinação de luz e som, seu caminhar pela direção teatral o levou ao drama, ao teatro da palavra.


Até o pandemônio louco que se instalou em 2020, João Batista mantinha uma combinação produtiva teatral com seu trabalho técnico no Núcleo de Documentação Cinematográfica da UFPB, um celeiro de cineastas paraibanos. Daí sua incursão também por roteiros cinematográficos.



Atriz Andréia Monteiro, atualmente atua como dançarina e ministra aulas da Dança do Ventre



Mas o que interessa aqui é a expertise teatral. João Batista tem sua trajetória ligada ao Núcleo de Teatro da UFPB, também está associado às influências de Roberto Cartaxo nas inúmeras oficinas ministradas no Santa Roza ou Na Fundação Espaço Cultural, além das monumentais experiências das Paixões de Cristo.


Diretor e elenco em 2008, estreia de Orquídeas Vermelhas para Casal, de João Costa


Na montagem de Orquídeas Vermelhas para Casal, João Batista expôs praticamente a força da experimentação da linguagem “iluminação de cinema, construção cênica do teatro dramático e narrativa em contraponto”.


João Batista, espertise teatral como iluminador e encenador, além de trabalhos técnicos em cinema


Essa linguagem também é recorrente em “Que Fazer, Chamar a Polícia?”, texto de Fernando Teixeira, peça que João Batista se lançou como encenador, num momento de pujança teatral no Núcleo de Teatro Universitário e seu espaço icônico, que é o teatro Lima Penante.

Por Trás do Blog
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